domingo, 30 de agosto de 2015

O Diário da Nossa Paixão, Nicholas Sparks


"Todas as manhãs ele lê para ela, de um caderno desbotado pelo tempo. Uma história que ela não recorda nem compreende. Um ritual que se repete diariamente num lar de idosos onde ambos vivem agora. Mas pouco a pouco, ela deixa-se envolver pela magia da presença dele, das palavras que lhe lê, pela ternura... e o milagre acontece. A paixão renasce, transpõe o abismo do tempo, das memórias perdidas e, por instantes, ela volta para ele. Apesar da doença. No caderno está escrita a história de um simples rapaz sulista e de uma rapariga destinada a brilhar na alta sociedade. A história de uma primeira paixão, clara como uma manhã orvalhada. Afastados depois pelas implacáveis exigências das diferenças sociais. Catorze anos mais tarde, reencontram-se. Ele é um sobrevivente da guerra e ela está a poucos dias de se tornar a mulher de outro homem. Mas terá o amor poder suficiente para os unir, desta vez? Um livro surpreendente e arrebatador, delicado e comovente como há muito já não se encontrava na literatura das últimas décadas."

   Muito ouvi eu falar deste livro, durante anos, mas nunca tinha sentido a vontade de o ler. 
   Porque com o tempo, os romances deixaram de me envolver como me envolveram nos tempos em que eu ainda sonhava com o meu. 
   Mas um dia, pegando na desculpa de o oferecer para o dia da mãe e com o intuito de o ler logo, comprei-o.
   A curiosidade depressa me passou mas ainda assim decidi lê-lo, e a verdade é que o seu charme nem por isso operou em mim, menos...as últimas páginas.
   A verdade é que, hoje, depois de um certo tempo, dou-lhe o devido valor, principalmente por me ter feito pensar (ao finalizar a obra), o quando gostaria, um dia mais tarde, de poder contar a minha própria história de amor e poder recordá-la com tanto amor mesmo depois de muitos anos passarem.
   Agora que penso bem, nunca deveríamos perder a magia do amor e do romance, mesmo que a nossa própria história corra bem ou não. 
   E quero voltar atrás nas minhas palavras, o livro "Prometo amar-te" de Kim & Krickitt Carpenter, também tem a sua beleza... 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

New Reflexion #6

Neste novo post não vou falar de algo pessoal, nem vai estar centrado em mim, mas sim de algo em geral.

Estando eu a iniciar a minha carreira profissional e tendo eu a idade que tenho é óbvio que o meu círculo de amigos também se encontra na mesma fase da vida deles. 
E se há uns tempos atrás as nossas conversas em volta dos cafés eram principalmente estudos, amigos e saídas, hoje o principal tema de conversa é a nossa vida quotidiana no âmbito do trabalho.
E a nível geral, salvo excepções, as queixas tendem todas para o mesmo...

Ora, quando andávamos na escola, mais precisamente nos últimos anos escolares, aqueles em que a etapa consistia em preparar-nos para o mundo profissional, ouvíamos constantemente a mesma cantiga: "Vocês (alunos) terão de demonstrar iniciativa, vontade, ambição, deverão ser polivalentes, bla bla bla, bla bla bla e bla bla bla."
Isto não é de todo treta! É sim, muito eficaz e muito importante mas apenas a nível pessoal.
Porque uma pessoa que preenche estes requisitos será uma pessoa que saberá desenvolver depressa. No entanto é preciso que as entidades patronais e os colegas (mais antigos) de trabalho nos deixassem adquirir e, principalmente, por em prática tudo isto que nos ensinam nos bancos das escolas. 

Como, nós, nova população ativa do nosso Estado, podemos evoluir se nos põem entraves e não nos deixam aprender mais e exercitar mais?
Como podermos nós, sermos os futuros responsáveis se apenas nos limitam a fazer o básico e quando queremos fazer algo mais importante não nos deixam fazer também? No entanto estamos a demonstrar iniciativa, vontade de fazer mais e ambição, ...???

A refletir...