segunda-feira, 5 de outubro de 2015

New Reflexion #7

Eu tenho tanta coisa que gostaria de dizer mas que não posso dizer, porque tudo o que me vai na alma são coisas que se podem virar contra mim nesta altura e infelizmente tenho de zelar pelo meu bem estar.
Isso faz-me pensar, afinal, que liberdade de expressão temos nós?

Gostava de me expressar e dizer tudo o que me vai na alma, porque afinal não passam da verdade mas o receio de consequências fazem-me manter calada.

Quem sabe brevemente não vá poder despejar o saco do lixo...

Anseio por esse dia.

domingo, 30 de agosto de 2015

O Diário da Nossa Paixão, Nicholas Sparks


"Todas as manhãs ele lê para ela, de um caderno desbotado pelo tempo. Uma história que ela não recorda nem compreende. Um ritual que se repete diariamente num lar de idosos onde ambos vivem agora. Mas pouco a pouco, ela deixa-se envolver pela magia da presença dele, das palavras que lhe lê, pela ternura... e o milagre acontece. A paixão renasce, transpõe o abismo do tempo, das memórias perdidas e, por instantes, ela volta para ele. Apesar da doença. No caderno está escrita a história de um simples rapaz sulista e de uma rapariga destinada a brilhar na alta sociedade. A história de uma primeira paixão, clara como uma manhã orvalhada. Afastados depois pelas implacáveis exigências das diferenças sociais. Catorze anos mais tarde, reencontram-se. Ele é um sobrevivente da guerra e ela está a poucos dias de se tornar a mulher de outro homem. Mas terá o amor poder suficiente para os unir, desta vez? Um livro surpreendente e arrebatador, delicado e comovente como há muito já não se encontrava na literatura das últimas décadas."

   Muito ouvi eu falar deste livro, durante anos, mas nunca tinha sentido a vontade de o ler. 
   Porque com o tempo, os romances deixaram de me envolver como me envolveram nos tempos em que eu ainda sonhava com o meu. 
   Mas um dia, pegando na desculpa de o oferecer para o dia da mãe e com o intuito de o ler logo, comprei-o.
   A curiosidade depressa me passou mas ainda assim decidi lê-lo, e a verdade é que o seu charme nem por isso operou em mim, menos...as últimas páginas.
   A verdade é que, hoje, depois de um certo tempo, dou-lhe o devido valor, principalmente por me ter feito pensar (ao finalizar a obra), o quando gostaria, um dia mais tarde, de poder contar a minha própria história de amor e poder recordá-la com tanto amor mesmo depois de muitos anos passarem.
   Agora que penso bem, nunca deveríamos perder a magia do amor e do romance, mesmo que a nossa própria história corra bem ou não. 
   E quero voltar atrás nas minhas palavras, o livro "Prometo amar-te" de Kim & Krickitt Carpenter, também tem a sua beleza... 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

New Reflexion #6

Neste novo post não vou falar de algo pessoal, nem vai estar centrado em mim, mas sim de algo em geral.

Estando eu a iniciar a minha carreira profissional e tendo eu a idade que tenho é óbvio que o meu círculo de amigos também se encontra na mesma fase da vida deles. 
E se há uns tempos atrás as nossas conversas em volta dos cafés eram principalmente estudos, amigos e saídas, hoje o principal tema de conversa é a nossa vida quotidiana no âmbito do trabalho.
E a nível geral, salvo excepções, as queixas tendem todas para o mesmo...

Ora, quando andávamos na escola, mais precisamente nos últimos anos escolares, aqueles em que a etapa consistia em preparar-nos para o mundo profissional, ouvíamos constantemente a mesma cantiga: "Vocês (alunos) terão de demonstrar iniciativa, vontade, ambição, deverão ser polivalentes, bla bla bla, bla bla bla e bla bla bla."
Isto não é de todo treta! É sim, muito eficaz e muito importante mas apenas a nível pessoal.
Porque uma pessoa que preenche estes requisitos será uma pessoa que saberá desenvolver depressa. No entanto é preciso que as entidades patronais e os colegas (mais antigos) de trabalho nos deixassem adquirir e, principalmente, por em prática tudo isto que nos ensinam nos bancos das escolas. 

Como, nós, nova população ativa do nosso Estado, podemos evoluir se nos põem entraves e não nos deixam aprender mais e exercitar mais?
Como podermos nós, sermos os futuros responsáveis se apenas nos limitam a fazer o básico e quando queremos fazer algo mais importante não nos deixam fazer também? No entanto estamos a demonstrar iniciativa, vontade de fazer mais e ambição, ...???

A refletir...

segunda-feira, 20 de julho de 2015

New Reflexion #5

É um pouco egocêntrico começar por esta frase mas não passa da verdade. Fiz anos. Há poucos dias. Fiz precisamente vinte e cinco anos (pequeno pensamento aos meus professores de português que insistiam no fato de termos de escrever os números por extenso. Mas a minha tendência é o oposto e é tão mais fácil escrevê-los numericamente). 

Não é um fato que seja extremamente importante, porque aniversário festejámo-lo todos os anos.
Mas este ano, apercebi-me de uma situação e de uma mania minha. Desde que fiz vinte anos, inconscientemente me ia preparando para o ano seguinte. Ou seja, no dia em que fiz vinte e um anos pensava no ano a seguir em que iria fazer os vinte e dois. E assim sucessivamente. 
E hoje, apercebi-me que, à excepção dos vinte e dos vinte e dois, pouco ou nenhuma recordação tenho dos meus anos. Não do aniversário mas sim do fato de ter tido vinte e um, vinte e três e vinte e quatro anos.
E à custa disso sinto que os anos foram passando extremamente depressa. Já passam, mas assim ainda mais.
E desta vez, antes de festejar o meu aniversário decidi não pensar no ano seguinte e sim, em desfrutar de cada dia dos meus vinte e cinco anos. 
Porque a verdade é que, independentemente da vida não correr sempre como queria ou dos projetos demorarem mais tempo a realizarem-se, sou feliz. É a primeira vez em vinte e cinco anos que inicio de coração leve e cheio de sonhos mais um ano de vida. Dito assim quase parece um conto de fadas.
Mas é a verdade. Sinto-me feliz com aquilo que já adquiri e principalmente com as pessoas que me estão a acompanhar neste percurso de vida.

Só espero virem mais aniversários tão ou mais felizes que o deste ano. ;)

segunda-feira, 13 de julho de 2015

New Reflexion #4

   Bem, tive a oportunidade de ter um feed back destes meus posts e a verdade é que me disseram que acharam que dizia coisas comprometedoras.
Sempre tive o cuidado precisamente em não escrever nada que fosse comprometedor, por isso no momento respondi à pessoa que "não". Não partilhava dessa opinião. 
Mas apesar disso voltei a ler e tentei ver onde poderia ter dito algo comprometedor...
Felizmente não cometi a asneira de revelar seja o que for sobre decisões ou planos da empresa para a qual estou a trabalhar, não vá eu arriscar o meu lugar por um post.
Mas tenho, em parte, de concordar com a pessoa. Sim digo "coisas comprometedoras" quando revelo o comportamento dos clientes/do público. Porque? Porque até pode ser desagradável ouvir falar assim de mim (enquanto cliente), no entanto, o que escrevo não tem de todo um sentido pejorativo. Apenas me limito a transcrever a realidade. E a verdade é que não se pode negar, o português, venha de onde for, nesta altura, não tem poder de compra e para poder gozar boas férias poupa no que pode.
Eu limito-me a constatar uma realidade para que todos nós não nos deixemos cair nas boas palavras e na graça dos nossos políticos que muitas vezes nos omite parte da realidade (e mais não digo porque não sou nenhuma expert nesta área e a minha palavra pode não ser fundada em bons argumentos/factos).

Eu sou sincera, também faço como toda gente, procuro "la bonne affaire", vejo preços e se não me interessarem não compro, a diferença é que nunca pergunto nada, limito-me a ver e ler porque quaisquer promoções estão assinaladas, seja num cartaz ou directamente na etiqueta. A questão aqui é que não julgo os clientes enquanto pessoas mas sim analiso e constato comportamentos de consumidores. Quem perceber sabe que estou a falar de Marketing (ou uma espécie dela).

O segundo facto em que me apercebi que poderia ser comprometedora é no facto de revelar estratégias de Marketing, no entanto não revelo as da empresa onde trabalho, por isso constatar as dos outros e dar a minha opinião sobre elas, não me parece que faça de mim uma criminosa (exagerando extremamente a situação). 

E finalmente também considerei comprometedor o facto de revelar a situação em termos de quantidade de trabalho que se tem na área em que estou. O que tenho a dizer sobre isso é que é um facto não só existente onde estou mas também em todas as lojas e toda a área comercial. E isto tem uma boa explicação. Estamos de férias! Quem vive e trabalha na cidade sabe perfeitamente que durante o verão, pelo facto das pessoas irem de férias, a cidade torna-se menos dinâmica. E qualquer consumidor que penetre num estabelecimento, independentemente da área dele, vai notar que os locais estão mais "às moscas" que o normal. No entanto irão notar uma maior densidade nas zonas costeiras onde existem praias e para onde o público se encontra quando está de férias. Logo aí, todos sabemos que se trata da época balneária, visitam esses locais no inverno e verão se também não ficam desertos como acontece nas cidades nas épocas de grandes férias. 
Por isso, comprometedor? Talvez já não tanto.

Mas tenho ainda a dizer, não estou de todo a atacar as pessoas que acham que disse "coisas comprometedoras", porque eu até aceito com todo o prazer este tipo de crítica, elas é que nos fazem avançar e ainda me deram a ideia para um novo post.
 Por isso agradeço do fundo do coração às pessoas que me o dizem, toda a sinceridade, assim como os alertas, para eu não cair em erro. ;)

segunda-feira, 6 de julho de 2015

New Reflexion #3

Exemplo 1:
"- Bom dia! Estes artigos estão em promoção?
  - Bom dia, não minha senhora.
  - E estes?
  - Sim minha senhora, estão com 40% de desconto.
  - Só??"

Exemplo 2:
"- Desculpe, mas quanto é que custa este cinto?
  - Está a 8€.
  - Já com desconto?
  - Não, este sinto não tem desconto.
  - Ah... está bem, obrigada" (e vai-se embora)

Exemplo 3:
"- Está tudo com 50% de desconto?
  - Não, apenas os artigos assinalados.
  - E este aqui? Não tem?
  - Não, esse não.
  - Mas deveria de ter. Ok, obrigada pela atenção."

   Estes são uma pequena síntese de todas as conversas que se tem com um cliente. 
Não quero mentir, mas devido à concorrência que faz promoções de quase 50% logo no início do lançamento da nova coleção, estas conversas têm sido o prato do dia.
    E posso dizer que não são pouco os clientes que entram a perguntar pelas promoções e saiam quase logo. 
    Como aprendi em Marketing, tenho de entender a perspetiva do cliente e obviamente  que se tiver a possibilidade de comprar um artigo mais barato  (e de preferência com minimamente de qualidade) num sítio, não me irei dirigir na casa do vizinho onde a promoção não é tão atraente. No entanto, enquanto entidade vendedora, na perspetiva de que quer ganhar lucro, fico indignada por me perguntarem apenas pelas promoções da nova coleção, quando ela acabou de sair. 
   Certo, um cliente não é obrigado a adivinhar mas quem é regular e que vem ver (praticamente) todos os dias as novidades, irá saber quais os novos artigos, e como é de esperar, não terão desconto nenhum. 
    Nisto tudo sou uma mera aprendiz, mas a verdade é que quando um produto tem desconto e acabou de ser posto na prateleira, desculpem-me que vos diga, mas estão a ser enganados. 
    Porque não me parece que queiram perder assim tanto lucro. Ou o desconto é mínimo ou o preço com desconto é afinal o preço original de P.V.P.
    
    Atenção que apenas estou a constatar este facto em relação a artigos de higiene, vestuário, calçado, entre outros, que pertençam à categoria de bens supérfluos. No que toca aos bens de primeira necessidade como a alimentação, o processo é diferente tendo em conta que entram fatores como a data de validade.


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Where is the beauty?



Elegância?
Na minha opinião, não, fumar não é de todo elegante, nem para homens, e muito menos para mulheres...
Sou do contra, pelo facto de ser prejudicial à saúde, pelo desagrado que é de se estar ao pé de alguém que fuma, por absolutamente tudo.
É um vício que desrespeito, sorry para quem escolheu fumar mas eu escolhi NÃO fumar.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

New Reflexion #2

Desde que o país entrou em crise e que a taxa de desemprego tem aumentado observo e apercebo-me de que muitas pessoas da minha geração partem e emigram. Algumas que conheço, outras nem tanto, e cujos destinos são países são a França, a Suíça ou a Inglaterra (entre outros menos notórios).
Vindo eu de um deles e segundo os meus conhecimentos estes países (acima referidos) são países que, a meu ver, começam a estar bem saturados de emigrantes. Todos nós sabemos que o nosso país não é o único a fazer face a esta crise, nem é o único em que a nova geração não consegue ter sonhos nem futuro "garantido". 
Muitas são as pessoas a fugirem do próprio país à procura de melhores condições de vida, de um futuro mais estável e certo. 
Por isso eis as minhas questões: "Até que ponto é que estes países não estão já demasiado saturados? E quando isso acontecer, para onde poderemos nós partir quando estes países já não serão uma segunda hipótese para nós?"
Basta percebermos quando ouvimos notícias como a que houve em relação à Suíça: Decidiu fechar as portas durante um determinado período de tempo.
E se todos eles fizessem o mesmo? Como seria?
...
Algumas sugestões de destinos?

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Prometo amar-te, Kim & Krickitt Carpenter com Dana Wilkerson, Editorial Presença


"Kim e Krickitt conheceram-se por mero acaso, através de um contacto telefónico, em 1992. Em abril de 1993, encontraram-se pessoalmente pela primeira vez. Cada um à sua maneira, ambos sentiram que era como se sempre se tivessem conhecido. E cedo se aperceberam de que queriam passar a vida juntos. Entre as muitas afinidades que os aproximavam contavam-se o amor pelo desporto e uma fé religiosa profunda e intensamente vivida. A 18 de setembro de 1993, uniam os seus destinos na Scottsdale Bible Church, em Phoenix, no Arizona. Mas a vida é cheia de surpresas e, menos de dez semanas mais tarde, um brutal acidente rodoviário iria pôr à prova o amor do jovem casal e a coerência dos votos que tinham proferido. Contudo, isso seria tão mais difícil quanto Krickitt perdera definitivamente a memória do tempo que antecedeu o casamento, e por isso não sabia que em era aquele homem que dizia ser seu marido e que ela agora sentia quase como um intruso na sua via. Este livro é o relato de uma história verídica, que comoveu toda a América e inspirou um filme, The Vow, que estreou em 2012 e foi um estrondoso êxito de bilheteira. O filme esteve também nas salas de cinema em Portugal, com o título Prometo Amar-te."

O livro foi-me oferecido e o que me despertou maior interesse foi o facto de ser baseado em factos verídicos.
É incrível como, por vezes, a vida nos reserva surpresas e nos põe à prova nas alturas que nada indicava que algo aconteceria, ou seja, quando menos o esperamos.
Por esta razão gostei e pela incrível luta que um drama como este pede ao Homem. 
No entanto, não gostei da escrita em si, o relato nem por isso me fascinou. A linguagem e o vocabulário empregues na obra são de nível básico, é uma linguagem corrente e se há algo de que aprecio particularmente num livro é de saber que posso aprender e enriquecer o meu vocabulário.
O que não acontece neste tipo de literatura.

quarta-feira, 24 de junho de 2015

#NewReflexion

Bem...já lá vai mais de um ano quando criei este blog...
Apesar de ter deixado passar o tempo nunca me esqueci por completo que o tinha criado, de vez em quando lá me recordava.
Na altura abri-o porque já tinha um blog mais dirigido a moda, beleza, literatura, música, entre outros temas. Um blog que, no fundo, era mais um diário. Nunca realmente trabalhei muito nele. Escrevia conforme me apetecia. Neste o objetivo era diferente, era mais numa de partilhar a minha experiência enquanto desempregada. O azar fez que muito pouco tempo depois de o ter criado encontrei um trabalho (temporário) e através do qual consegui outro, mais relacionado com a minha área, ou seja, Moda e Beleza.
Hoje já estou há um ano a trabalhar e a minha visão das coisas mudou...bastante até.

Há algum tempo apeteceu-me de novo escrever uma reflexão aqui, escrevi-a mas não a publiquei...

Foi quando comecei a aborrecer-me deste novo trabalho. 
Continuo aborrecida e desde então tenho andado a pensar no que poderia fazer para remediar. Ainda sou nova, tenho muito ainda por viver e não me parece que já tenha aprendido tudo o que tinha para aprender.

Para poder ser mais específica, com os meus 20 e poucos anos apetece-me mudar completamente, porque sinto que a minha área já não me satisfaz. Desde pequena que me interesso por moda e beleza, comecei muito cedo a pintar as unhas, quando era adolescente lia e rasgava as paginas de moda, beleza e dicas das revistas, aos 15 anos fui trabalhar para um cabeleireiro onde ganhei ainda mais gosto pela área. Antes mesmo de tirar o curso de maquilhagem já sabia muitas dicas e truques, precisava era de técnica, segui então para um curso de Coordenação e Produção de Moda que adorei, onde aprendi imenso sobre a área e onde descobri mais sobre mim e as minhas capacidades...
Mas hoje estou farta, já não tenho o mesmo interesse que tinha dantes, sinto que tenho outras capacidades e que essas capacidades, poderão levar-me mais longe.

Todos os dias levanto-me sem grande vontade de ir trabalhar, porque hoje tenho emprego mas não tenho trabalho. Grande parte dos meus dias são passados esperando que um cliente apareça e que necessite dos meus conhecimentos. Mas hoje, visto a situação, que parecia estar a melhorar ligeiramente e que afinal está longe disso, faz com que as pessoas queiram ver para dar comida aos olhos mas que dispensam dos meus serviços porque de toda a maneira não vão querer levar nada. 
Não que elas tenham culpa do que está a acontecer, mas nota-se muito bem no comportamento delas quando podem e quando já não.
Também sinto que este mercado está saturado...

Há pouco tempo tive acesso a uma oportunidade, ainda na área, que não recusei porque sabia que mesmo que não durasse iria aprender algo com ela. Mas não foi o suficiente para voltar a despertar o meu interesse, longe disso.

Não me posso queixar de ter tido oportunidades mas queixo-me de não poder evoluir através delas e queixo-me de mim mesma, por permanecer insatisfeita quando, na minha opinião, poderia já estar (por várias razões). Mas ao mesmo tempo fico feliz, porque isso só me indica que não me contento com o que tenho e sim, continuo com essa ânsia de ir mais além e principalmente de ir tatear outros terrenos.
Sempre amei a polivalência e pelos vistos continuo a desejá-la.