segunda-feira, 20 de julho de 2015

New Reflexion #5

É um pouco egocêntrico começar por esta frase mas não passa da verdade. Fiz anos. Há poucos dias. Fiz precisamente vinte e cinco anos (pequeno pensamento aos meus professores de português que insistiam no fato de termos de escrever os números por extenso. Mas a minha tendência é o oposto e é tão mais fácil escrevê-los numericamente). 

Não é um fato que seja extremamente importante, porque aniversário festejámo-lo todos os anos.
Mas este ano, apercebi-me de uma situação e de uma mania minha. Desde que fiz vinte anos, inconscientemente me ia preparando para o ano seguinte. Ou seja, no dia em que fiz vinte e um anos pensava no ano a seguir em que iria fazer os vinte e dois. E assim sucessivamente. 
E hoje, apercebi-me que, à excepção dos vinte e dos vinte e dois, pouco ou nenhuma recordação tenho dos meus anos. Não do aniversário mas sim do fato de ter tido vinte e um, vinte e três e vinte e quatro anos.
E à custa disso sinto que os anos foram passando extremamente depressa. Já passam, mas assim ainda mais.
E desta vez, antes de festejar o meu aniversário decidi não pensar no ano seguinte e sim, em desfrutar de cada dia dos meus vinte e cinco anos. 
Porque a verdade é que, independentemente da vida não correr sempre como queria ou dos projetos demorarem mais tempo a realizarem-se, sou feliz. É a primeira vez em vinte e cinco anos que inicio de coração leve e cheio de sonhos mais um ano de vida. Dito assim quase parece um conto de fadas.
Mas é a verdade. Sinto-me feliz com aquilo que já adquiri e principalmente com as pessoas que me estão a acompanhar neste percurso de vida.

Só espero virem mais aniversários tão ou mais felizes que o deste ano. ;)

segunda-feira, 13 de julho de 2015

New Reflexion #4

   Bem, tive a oportunidade de ter um feed back destes meus posts e a verdade é que me disseram que acharam que dizia coisas comprometedoras.
Sempre tive o cuidado precisamente em não escrever nada que fosse comprometedor, por isso no momento respondi à pessoa que "não". Não partilhava dessa opinião. 
Mas apesar disso voltei a ler e tentei ver onde poderia ter dito algo comprometedor...
Felizmente não cometi a asneira de revelar seja o que for sobre decisões ou planos da empresa para a qual estou a trabalhar, não vá eu arriscar o meu lugar por um post.
Mas tenho, em parte, de concordar com a pessoa. Sim digo "coisas comprometedoras" quando revelo o comportamento dos clientes/do público. Porque? Porque até pode ser desagradável ouvir falar assim de mim (enquanto cliente), no entanto, o que escrevo não tem de todo um sentido pejorativo. Apenas me limito a transcrever a realidade. E a verdade é que não se pode negar, o português, venha de onde for, nesta altura, não tem poder de compra e para poder gozar boas férias poupa no que pode.
Eu limito-me a constatar uma realidade para que todos nós não nos deixemos cair nas boas palavras e na graça dos nossos políticos que muitas vezes nos omite parte da realidade (e mais não digo porque não sou nenhuma expert nesta área e a minha palavra pode não ser fundada em bons argumentos/factos).

Eu sou sincera, também faço como toda gente, procuro "la bonne affaire", vejo preços e se não me interessarem não compro, a diferença é que nunca pergunto nada, limito-me a ver e ler porque quaisquer promoções estão assinaladas, seja num cartaz ou directamente na etiqueta. A questão aqui é que não julgo os clientes enquanto pessoas mas sim analiso e constato comportamentos de consumidores. Quem perceber sabe que estou a falar de Marketing (ou uma espécie dela).

O segundo facto em que me apercebi que poderia ser comprometedora é no facto de revelar estratégias de Marketing, no entanto não revelo as da empresa onde trabalho, por isso constatar as dos outros e dar a minha opinião sobre elas, não me parece que faça de mim uma criminosa (exagerando extremamente a situação). 

E finalmente também considerei comprometedor o facto de revelar a situação em termos de quantidade de trabalho que se tem na área em que estou. O que tenho a dizer sobre isso é que é um facto não só existente onde estou mas também em todas as lojas e toda a área comercial. E isto tem uma boa explicação. Estamos de férias! Quem vive e trabalha na cidade sabe perfeitamente que durante o verão, pelo facto das pessoas irem de férias, a cidade torna-se menos dinâmica. E qualquer consumidor que penetre num estabelecimento, independentemente da área dele, vai notar que os locais estão mais "às moscas" que o normal. No entanto irão notar uma maior densidade nas zonas costeiras onde existem praias e para onde o público se encontra quando está de férias. Logo aí, todos sabemos que se trata da época balneária, visitam esses locais no inverno e verão se também não ficam desertos como acontece nas cidades nas épocas de grandes férias. 
Por isso, comprometedor? Talvez já não tanto.

Mas tenho ainda a dizer, não estou de todo a atacar as pessoas que acham que disse "coisas comprometedoras", porque eu até aceito com todo o prazer este tipo de crítica, elas é que nos fazem avançar e ainda me deram a ideia para um novo post.
 Por isso agradeço do fundo do coração às pessoas que me o dizem, toda a sinceridade, assim como os alertas, para eu não cair em erro. ;)

segunda-feira, 6 de julho de 2015

New Reflexion #3

Exemplo 1:
"- Bom dia! Estes artigos estão em promoção?
  - Bom dia, não minha senhora.
  - E estes?
  - Sim minha senhora, estão com 40% de desconto.
  - Só??"

Exemplo 2:
"- Desculpe, mas quanto é que custa este cinto?
  - Está a 8€.
  - Já com desconto?
  - Não, este sinto não tem desconto.
  - Ah... está bem, obrigada" (e vai-se embora)

Exemplo 3:
"- Está tudo com 50% de desconto?
  - Não, apenas os artigos assinalados.
  - E este aqui? Não tem?
  - Não, esse não.
  - Mas deveria de ter. Ok, obrigada pela atenção."

   Estes são uma pequena síntese de todas as conversas que se tem com um cliente. 
Não quero mentir, mas devido à concorrência que faz promoções de quase 50% logo no início do lançamento da nova coleção, estas conversas têm sido o prato do dia.
    E posso dizer que não são pouco os clientes que entram a perguntar pelas promoções e saiam quase logo. 
    Como aprendi em Marketing, tenho de entender a perspetiva do cliente e obviamente  que se tiver a possibilidade de comprar um artigo mais barato  (e de preferência com minimamente de qualidade) num sítio, não me irei dirigir na casa do vizinho onde a promoção não é tão atraente. No entanto, enquanto entidade vendedora, na perspetiva de que quer ganhar lucro, fico indignada por me perguntarem apenas pelas promoções da nova coleção, quando ela acabou de sair. 
   Certo, um cliente não é obrigado a adivinhar mas quem é regular e que vem ver (praticamente) todos os dias as novidades, irá saber quais os novos artigos, e como é de esperar, não terão desconto nenhum. 
    Nisto tudo sou uma mera aprendiz, mas a verdade é que quando um produto tem desconto e acabou de ser posto na prateleira, desculpem-me que vos diga, mas estão a ser enganados. 
    Porque não me parece que queiram perder assim tanto lucro. Ou o desconto é mínimo ou o preço com desconto é afinal o preço original de P.V.P.
    
    Atenção que apenas estou a constatar este facto em relação a artigos de higiene, vestuário, calçado, entre outros, que pertençam à categoria de bens supérfluos. No que toca aos bens de primeira necessidade como a alimentação, o processo é diferente tendo em conta que entram fatores como a data de validade.


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Where is the beauty?



Elegância?
Na minha opinião, não, fumar não é de todo elegante, nem para homens, e muito menos para mulheres...
Sou do contra, pelo facto de ser prejudicial à saúde, pelo desagrado que é de se estar ao pé de alguém que fuma, por absolutamente tudo.
É um vício que desrespeito, sorry para quem escolheu fumar mas eu escolhi NÃO fumar.